“No Mesh Surgery”

Novidade no Brasil:
Tela Totalmente Absorvível para Cirurgia de Hérnia Inguinal

Referência:
Öberg S, Andresen K, Rosenberg, J.
Absorbable Meshes in Inguinal Hernia Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis.
Surgical Innovation 2017, Vol.24(3)289-298

O Problema:

Hérnia Inguinal

A hérnia inguinal ocorre devido à ruptura dos tecidos musculares e aponeuróticos na região da virilha. O deslocamento do intestino através dessa ruptura, de dentro para fora, gera dor no local ou abaulamento. Este abaulamento ou protuberância nos casos mais avançados pode ser visível logo acima da dobra entre a coxa e o abdome. Quando cresce muito, em homens pode ocupar espaço na bolsa escrotal, deslocando-se em direção aos testículos.

O Tratamento:

A cirurgia é o único tratamento possível. Como a ruptura muscular que gera um orifício nessa parte baixa do abdômen é um problema estrutural, mecânico, o tratamento consiste no fechamento cirúrgico deste orifício. Assim a gordura intra-abdominal ou o intestino não conseguem mais sair por ali.

Fases Históricas do Tratamento:

  1. A partir do início do século passado a cirurgia era feita aberta, com um corte amplo na pele e com sutura (costura) do defeito, fechando aquela abertura profunda da parede muscular. O fechamento simples apresentava muitos casos de recorrência e, portanto, o ressurgimento da hérnia.

  2. Em 1958 surgiram as telas de material sintético (plástico - corpo estranho) que eram colocadas sobre a costura do defeito, como forma de fortalecer a região, evitando novas rupturas (recorrência da hérnia). Elas geraram grande melhora nos resultados e foram sendo aperfeiçoadas.

  3. A partir de 1992 surgiram as técnicas videolaparoscópicas, menos invasivas, sem cortes, mas que precisam ser feitas por dentro do abdome, com gás, com anestesia geral e sempre com as antigas telas permanentes de material sintético (plástico ou poliéster - corpo estranho).

  4. Há poucos anos foi iniciado o uso bem sucedido de telas mais modernas, sintéticas, porém totalmente absorvíveis: elas desaparecem completamente após alguns meses, sem deixar corpo estranho permanente. Elas fortalecem a região operada com a deposição natural de colágeno da cicatrização. Esse dispositivo de tecnologia mais recente serve como uma moldura apenas temporária, para que o organismo produza colágeno, reforçando muito a região operada. Depois, já sem a presença de corpo estranho, o fechamento fica resistente naturalmente.

  5. Agora, a abordagem através de mini-incisão, um único portal de 4 cm, permite inserir a tela Totalmente Absorvível corrigindo as hérnias inguinais. O procedimento pode ser feito com anestesia local + sedação, e de forma ambulatorial, sem necessidade de internação.

GORE® Bio-A® Tissue Reinforcement / Phasix™ Mesh

Bio-A® Tissue Reinforcement4,5

  • Consists of both glycoside and trimethylene carbonate
  • Yhese materials break down into an acid, which in a preclinical model affected the surrounding micro-environment by increasing inflammation and fibrosis
  • 50% of a Bio-A® is resorbed by five weeks post-implant and 100% of the Bio-A® is resorbed by seven months

Phasix™ Mesh4

  • Consists of P4HB, a natural human metabolite
  • Resorbs via hydrolysis and breaks down into CO2 and H2O
  • 52% strength réduction an 7.5 months

Sobre a Evolução dos Conceitos:

As conhecidas e tradicionais telas, usadas para cirurgia de hérnia inguinal, são normalmente feitas de material sintético permanente. Ou seja, elas cumprem um excelente papel de manter íntegra a região operada, mas não são absorvidas e permanecem no local para sempre. Elas ficam sustentando a resistência dos músculos e dificultando que eles sofram rupturas novamente.

Mas se o paciente precisa fazer uma correção de hérnia inguinal e gostaria de ter a oportunidade de não ficar com corpo estranho permanente (tela sintética de plástico ou poliéster) isso já é possível para as hérnias inguinais.

O papel deste moderno dispositivo temporário é gerar o reforço do fechamento do defeito herniário: “tissue reinforcement”. As telas totalmente absorvíveis desta última geração permanecem o tempo necessário para que a deposição de colágeno do organismo atinja o nível necessário de reforço.

Referências:
https://www.goremedical.com/ap/products/bioatissue
https://www.crbard.com/Davol/en-US/products/Phasix-Mesh

Tela temporária, reforço permanente!

GORE® Bio-A®

676 patients in publications, including a multicenter prospective clinical study, provides data to show GORE® BIO-A® Tissue Reinforcement is an excellent choice in soft tissue repair.

A possibilidade de usar este tipo de material deve ser avaliada e classificada por um médico especialista, e pode ser definida já na primeira consulta. A indicação depende apenas da avaliação e exame físico de consultório.

  1. Öberg S, Andresen K, Rosenberg, J. Absorbable Meshes in Inguinal Hernia Surgery: A Systematic Review and Meta-Analysis. Surgical Innovation 2017, Vol.24(3)289-298)

  2. Rosen M, Bauer J, Carbonell A, et al; Complex Open Bioabsorbable Reconstruction of the Abdominal Wall (COBRA) Study Group. Quality of Life Improves after Complex Ventral Hernia Repair using a Bioabsorbable Material: Preliminary Results of a Prospective, Multicenter Study. Flagstaff, AZ: W. L. Gore & Associates, Inc; 2013. [Poster]. AS1852-EN2.

  3. Rosen M, Carbonell A, Cobb W, et al. One-year outcomes in a prospective, multicenter study of contaminated ventral hernia repairs using a biosynthetic material. Presented at the 16th Annual Hernia Repair Meeting; March 12-15, 2014; Las Vegas, NV. Las Vegas, NV. Hernia 2014;18(Supplement 1): S24. FP-182/.

  4. Carbonell AM II, Chao JJ, Cobb WS IV, et al. H.E.R.N.I.A.: hernia experts roundtable and new innovations assembly—expert consensus on the use of biosynthetic and biologic mesh in hernia repair. Special report. General Surgery News 2014;41(3):1-8.

  5. Poulose BK, et al. Epidemiology and cost of ventral hernia repair: making the case for hernia research. Hernia 2012, 16(2): 179-183. 5. Reynolds D, Davenport DL, Korosec RL, Roth S. Financial implications of ventral hernia repair: a hospital cost analysis. Journal of Gastrointestinal Surgery 2013;17(1):159-167.

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