Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e Hérnia de Hiato

Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) e Hérnia de HiatoNão se acostume a conviver com Refluxo e Hérnia de Hiato!

O tratamento é feito por métodos minimamente invasivos, com tecnologia de precisão.

A Doença do Refluxo Gastroesofágico exige Atenção:

  • A Doença do Refluxo é um problema evolutivo, ou seja, uma doença crônica e progressiva; piora com o passar do tempo;

  • Se não for tratada, o problema pode evoluir e gerar danos mais graves ao esôfago;
    (Lord RV,et al. J Gastrointest Surg. 2009 Apr: 13(4):602-10)

  • Tratando os sintomas apenas com medicamentos, o refluxo continua existindo e mantendo seu risco de potenciais danos para o esôfago e para o aparelho respiratório;

  • Mesmo que a mucosa do esôfago esteja protegida por medicamentos, o crescimento da hérnia hiatal com a idade pode gerar danos respiratórios irreversíveis;

  • Livro GERD
  • Doença do Refluxo causa esofagite. Esofagite pode gerar metaplasia na mucosa, caracterizando Esôfago de Barrett. Barrett pode evoluir para câncer de esôfago e é chamada de lesão pré-maligna;
    (Livro: GERD Reflux to Esophageal Cancer. DeMeester, T. Academic Press; 2. Edition; September 15, 2015)

  • Câncer de esôfago é a 6ª maior causa de morte por câncer no mundo;

  • Fatores de risco importantes para adenocarcinoma de esôfago: doença do refluxo gastroesofágico e obesidade.

Cascata de Eventos que levam da Doença do Refluxo Gastroesofágico (Esofagite, com ou sem Gastrite) até o Adenocarcinoma (Câncer de Esôfago).

  • Doença do Refluxo / Esofagite com ou sem Gastrite
  • Barret
  • Displasia de Baixo Grau
  • Displasia de Alto Grau
  • Câncer de Esôfago

Como Podemos Ajudar

No Hernia Center oferecemos um atendimento completo, definindo testes diagnósticos avançados para identificar a causa da Doença do Refluxo e o papel da Hérnia de Hiato. Nossa experiência e capacidade de analisar exames tem como diferencial o domínio deste tema há 20 anos. Sempre em atualização com o que existe de mais moderno, nosso objetivo é usar as melhores técnicas de tratamento minimamente invasivas para ajudá-lo a gerenciar a condição, prevenir outros sintomas ou complicações e obter maior saúde e bem-estar.

  • Atendimento especializado de médicos experientes, usando muitos anos de experiência para ajudar a fornecer melhores resultados e recuperação mais rápida para as atividades normais do paciente;
  • Abordagem multi-especializada que reúne médicos de diferentes especialidades, sempre que necessário, para adequar o atendimento às suas necessidades específicas;
  • Clínica médica com ambiente confortável e agilidade nos processos para aplicar os tratamentos com máxima brevidade.
  1. Tratamento para Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE)

    Temos experiência em todas as abordagens de tratamento padrão e nos esforçamos para usar técnicas cirúrgicas, minimamente invasivas, sempre que necessárias.

    Nosso objetivo é fornecer atendimento personalizado, direcionado à causa da Doença do Refluxo e fornecer alívio rápido e confiável.

    Combinamos o domínio das técnicas cirúrgicas menos invasivas com a atenção especial às necessidades únicas do paciente.

    Procedimentos cirúrgicos endoscópicos por videolaparoscopia

    Se a cirurgia é a melhor opção para o alívio dos sintomas da Doença do Refluxo, nossos especialistas utilizam abordagens minimamente invasivas para operar. Nossos cirurgiões têm experiência em técnicas laparoscópicas avançadas e outras técnicas cirúrgicas, incluindo:

    • Fundoplicatura de Nissen:
      Durante esse procedimento, os médicos criam uma nova válvula entre o esôfago e o estômago, o que melhora a capacidade do esôfago de fechar o esfíncter adequadamente. A fundoplicatura de Nissen também trata as hérnias paraesofágicas (hiatais).
    • Fundoplicatura parcial:
      Para algumas pessoas com problemas de motilidade no corpo do esôfago, atingindo o objetivo de conter o refluxo ácido e mantendo função de todo o corpo esofágico.

    Diretrizes que guiam nossa atenção sobre as cirurgias e estabelecem nossas metas:

    • Segurança do procedimento e da anestesia;
    • Conforto pós-operatório sem cortes tradicionais, usando videocirurgia;
    • Durabilidade do efeito mecânico que elimina o refluxo.
  2. Hérnia Hiatal

    Hérnia HiatalNormalmente, o esôfago é um tubo muscular dotado de motilidade, que desce pelo tórax, atravessa o diafragma e entra no abdômen através de um orifício no diafragma chamado hiato esofágico. Logo abaixo do diafragma, o esôfago se junta ao estômago. Em indivíduos com hérnia hiatal, a abertura do hiato esofágico é maior que o normal, o que permite que a parte superior do estômago se projete superiormente através do hiato, para cima, em direção ao tórax. Quando este deslocamento de parte do estômago ocorre, o esfíncter inferior passa a ficar localizado acima da linha do diafragma, e nesta posição perde função. Começa a apresentar relaxamentos freqüentes durante o passar do dia e da noite, permitindo que o conteúdo ácido do estômago reflua pelo esôfago.

    Os dois principais tipos de hérnias hiatais incluem:

    • Hérnia Hiatal Deslizante:
      É o tipo mais comum de hérnia hiatal, na qual parte do estômago desliza para dentro e para fora da cavidade torácica. Isso pode ocorrer devido ao enfraquecimento dos pilares do esôfago, devido a anos de contrações longitudinais do músculo esofágico, ao aumento da pressão no abdômen e deficiência do colágeno regional.
    • Hérnia Para-Esofágica:
      Ocorre quando parte do estômago aperta o hiato, colocando-o ao lado do esôfago. Ao contrário das hérnias deslizantes, as hérnias para-esofágicas permanecem no peito o tempo todo, encarceradas. Esse tipo de hérnia é menos comum, mas pode ser perigosa porque o estômago pode ficar "estrangulado", o que significa que o suprimento de sangue é cortado, gerando nestes casos um alto risco para a vida e necessidade de cirurgia de emergência.
    Fatores de Risco para Hérnia Hiatal

    As hérnias hiatais grandes são mais comuns em adultos acima de 50 anos de idade.

    Outros fatores que aumentam sua chance de contrair hérnia hiatal incluem:

    • Obesidade;
    • Lesão abdominal ou esforço físico repentino exagerado (como levantamento de peso);
    • Aumento regular da pressão no abdome devido a atividades como tosse severa, vômito e esforço durante os movimentos intestinais;
    • Deficiência de colágeno nos pilares do diafragma e na membrana freno-esofágica.
    Sintomas da Hérnia Hiatal

    A hérnia hiatal pode levar o ácido do estômago a subir para o esôfago, gerando um refluxo acima da quantidade normal e assim causando lesões no revestimento interno do esôfago.

    Os sintomas da DRGE podem incluir:

    • Azia, especialmente depois de comer ou deitar: pirose;
    • Disfagia (dificuldade em engolir);
    • Dor ou desconforto no estômago, tórax ou esôfago;
    • Arroto - eructação;
    • Rouquidão;
    • Pigarro : movimentos de limpeza freqüente da garganta por irritação;
    • Dor no peito;
    • Asma.

    Como os sintomas da hérnia hiatal são semelhantes aos de outros problemas de saúde, uma avaliação especializada é essencial para garantir o tratamento adequado. É por isso que é importante procurar atendimento de um especialista em saúde com experiência no diagnóstico e tratamento de distúrbios esofágicos complexos e outras condições relacionadas.

    ATENÇÃO:
    Quando deixada sem tratamento, ou não tratada na extensão adequada, a Doença do Refluxo e Hernia Hiatal gera outras complicações, incluindo:

    • Esofagite - inflamação do esôfago, com erosões;
    • Estenose esofágica - estreitamento do esôfago;
    • Úlcera esofágica - uma ferida aberta no esôfago;
    • Ou, em alguns casos extremos, a DRGE pode levar a alterações pré-cancerosas no esôfago, chamadas esôfago de Barrett, que, por sua vez, podem levar ao câncer de esôfago raramente.
  3. Esôfago de Barrett e Câncer

    Cerca de 20% das pessoas que vivem com DRGE desenvolvem esôfago de Barrett (referência: www.hoag.org). O esôfago de Barrett é quando o esôfago reage à lesão repetida do fluido ácido, alterando o tipo de células que o revestem de escamosa (células normais) para colunar (células do tipo intestinal). Acredita-se que essa transformação seja uma resposta protetora para tornar o esôfago mais resistente a lesões.

    Cerca de 3,3 milhões de adultos nos Estados Unidos têm esôfago de Barrett.

    O risco de adenocarcinoma (câncer) em pacientes com metaplasia de Barrett é estimado em 30-60 vezes maior do que a população geral (https://emedicine.medscape.com/article/277930-overview#a5)

    Opções de Tratamento para DRGE

    Medicamentos que reduzem a produção de ácido pelo estômago; anti-ácidos; procinéticos; como forma de eliminar sintomas e cicatrizar as lesões, gastrite e esofagite. São usados enquanto transcorre a avaliação da possibilidade de correção mecânica definitiva com cirurgia por vídeo.

    Cirurgia por videolaparoscopia: conforme é orientado pelas diretrizes da sociedade norte-americana de Cirurgia Digestiva o paciente que está dependente do uso de medicamentos, como omeprazol, pantoprazol e esomeprazol, pode optar pela cirurgia como tratamento. Por ser uma abordagem que reduz o refluxo usando uma maneira estrutural de abordagem, é o único tipo de tratamento com a capacidade de impedir o excesso de refluxo do conteúdo gástrico, que causa todo o problema.

    Diretrizes oficiais da SAGES - Sociedade Americana de Cirurgiões do Aparelho Digestivo

    (referência: https://www.sages.org/publications/guidelines/guidelines-for-surgical-treatment-of-gastroesophageal-reflux-disease-gerd)

    Quando o diagnóstico de refluxo é confirmado objetivamente, a terapia cirúrgica deve ser considerada em indivíduos que:

    1) Falharam no tratamento médico (controle inadequado dos sintomas, regurgitação grave não controlada com supressão de ácido ou efeitos colaterais dos medicamentos);

    ou

    2) Optam pela cirurgia apesar do tratamento com medicamentos se manter bem-sucedido (devido a considerações de qualidade de vida, necessidade vitalícia de ingestão de medicamentos, despesa de medicamentos, etc.);

    ou

    3) Apresentam complicações da DRGE (por exemplo, esôfago de Barrett, estenose péptica);

    ou

    4) Apresentar manifestações extra-esofágicas (asma, rouquidão, tosse, dor no peito, aspiração).

    Como é feita a cirurgia na maioria dos casos

    CirurgiaA cirurgia é realizada por videolaparoscopia. Sem a necessidade dos cortes tradicionais.

    São realizados 5 orifícios no abdome, através dos quais são introduzidas as pinças e instrumentos para construir a nova válvula na junção entre o esôfago e o estômago.

    A válvula é construída com o próprio estômago, sem a necessidade de próteses de material sintético.

    O tempo cirúrgico é de uma hora (01:00 h) a uma hora e trinta minutos.

    Depois o paciente permanece no hospital até a manhã do dia seguinte, antes de ter alta hospitalar e ir para sua casa.

    No primeiro mês orientamos uma dieta líquida e pastosa, com variações de consistência que vão evoluindo no passar do tempo.

    A solução do refluxo ácido patológico é imediata após a cirurgia.

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Após visitar os melhores centros de hérnia dos Estados Unidos e Canadá nos anos 90 verificamos que especialistas em hérnias obtém melhores resultados.

Assim focalizamos nosso trabalho na cura das hérnias de parede abdominal trazendo aos nossos pacientes a melhor tecnologia existente beneficiando um grande número de pessoas da nossa sociedade.

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